domingo, 6 de agosto de 2017


   ATLÉTICO DE ITAPEMIRIM  2 x 1 VITÓRIA    
O menos pior venceu e...
Na tardinha de sábado, o sol tinha sumido, mas a lua estava lá pera ser testemunha de um jogo ruim

...teve a lua como testemunha

Depois de muitas e muitas luas, voltei a ver jogos do futebol profissional capixaba. Neste sábado estive em Bento Ferreira para acompanhar  o Vitória do Chico Pardal  - e também de outros ilustres capixabas – conseguir perder para o Atlético de Itapemirim.

Foi um jogo não muito diferente daqueles do meu Fluminense que a gente vê pela TV. Toquinho de bola pra lá, toquinho de bola pra cá e é só isto.

E no final, o placar foi por demais  justo: venceu o menos pior, o Atlético de Itapemirim que, já nos descontos, perdeu a oportunidade de fazer 3x1 porque perdeu um pênalti.

Bom, para não dizer que só teve coisa ruim no jogo, gostaria de citar algumas coisas positivas:

- O ponto alto do jogo foi no intervalo, quando ouvimos um bom samba na interpretação de um quarteto bastante afinado.

- A simpatia dos porteiros que nos desejaram boas vindas.
- A arbitragem, que não teve influência no resultado do jogo.
Jair Oliveira, narrou os gols do
Salvador Costa
- A presença de muitos coleguinhas da imprensa, inclusive a do Jair Oliveira, presidente da ACEC, que narrou o jogo para a sua emissora.

-Positivas, também, foram as  presenças de velhos torcedores e dirigentes do nosso futebol como o Coronel Monteiro (Caxias), Fernando Passarinho, Guilherme Filgueiras e professor Salvadeu.

- A pequena, mas animada torcida do Vitória, que incentivou bravamente os seus jogadores antes, durante e depois do jogo.
Infelizmente os jogadores celestes são surdos porque não ouviram o incentivo da torcida.
Uma cena curiosa foi a do dirigente alvi-anil, Antônio Perovano, dando uma de massagista, carregava sacos com água mineral para os atletas. Que disposição!

Não gostou
Alberto é um ex-zagueiro dos bons tempos do Vitória. Dizem que ele jogava muito e não esfriava para os atacantes adversários. Não tive o privilégio de ver o hoje meu amigo Alberto jogar, mas acredito nas referências que tenho recebido  sobre as suas qualidades nas antigas funções de zagueiro. 
O Alberto é um dos bons e sinceros amigos que conquistei nos últimos tempos e isto me dá o direito de ser o seu carona, sempre
que preciso. Como eu não dirijo mais desde 2008, tenho que abusar da boa vontade do Alberto e por isso fui ver o jogo no Salvador Costa, pegando uma carona com ele. O exigente torcedor Alberto não gostou nadinha do jogo e saiu do Salvador Costa meio aborrecido com o que viu, dando até vontade de voltar a vestir a camisa alvi-anil para mostrar como se defendia o Vitória antigamente.

E viva o Peixe Galo!
Porque o time de Itapemirim tem o nome de Atlético e as cores do Atlético lá das Minas Gerais, decidiram  apelidá-lo de “Galo “, como é chamado o clube mineiro. Mas, pensando bem, está tudo errado. Afinal, o time representa a cidade de Itapemirim, banhada pelo mar e famosa pela suas praias e fartura de  peixes. Por isso, o certo é o time ter o apelido de Peixe Galo, nome que a partir de agora o Jornal do Janc vai adotar.


 O DCJJ – Departamento Cientifico do Jornal do Janc – fez uma pesquisa sobre o Peixe Galo e chegou a conclusão de que os jogadores do Atlético de Itapemirim se encaixam direitinho no que foi levantado e que você vai passar saber:

Peixe Galo

Costeiro, vive em fundos de areia, lodo e superfície rochosas de Itapemirim
Nome Científico: Comes et Dhormes
Família: Espalhada por todo o Brasil.
Ordem: Pernus di pahus
Distribuição: 
Ocorre no Atlântico,  mais precisamente nas praias do município de Itapemirim
Alimentação: Verbas da Prefeitura Municipal de Itapemirim.
Reprodução: Reproduz-se nos nos 12 meses do  ano.  Comem de tudo e todas que encontrarem pela frente.
 Nesta família há três espécies de galos. Em geral eles são diferentes e bonitos, mas não se enganem: todos têm sua porção de agressividade e de botinadas.
Todos apresentam um corpo muito alto e estreito como característica peculiar.
Resultado: isso dificulta a sua observação por mergulhadores. A cor apresenta sempre variações sobre o mesmo tema: o alvi-negro.
Normalmente essa espécie forma pequenos cardumes (embora prefira nadar nas pracinhas da cidade em pares ou trios) além de circula na superfície a cerca de 50 metros de profundidade,  adoram as zonas de arrebentação , porque ali sempre estão as meninas mais bonitas.
 Há ainda o peixe-galo - Selene setapinnis...( pinnis??!!) - e o galo-olhudo (nas vitórias sempre exige “bichos” altos), considerados bastante parecidos entre si. A diferença fica por conta do tamanho...... do corpo mais curto e olhos maiores do segundo. Aliás, o olhudo é mais comum nas praias de Guarapari, onde circula lindas turistas mineiras.
Nas indicações para a pesca dos galos, a dica é usar prato feito (entre as iscas naturais). Já as artificiais... não usem!!!  Os galos são sabidos demais e não caem nesta, não...

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